Moro, na Justiça, formula agenda anticrime

Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que o Brasil perde cerca de R$ 200 bilhões com esquemas de corrupção por ano. O número foi divulgado pelo procurador federal Paulo Roberto Galvão, que faz parte da Operação Lava Jato. 
Investido em infraestrutura durante uma década, esse montante transformaria radicalmente a vida de milhões de brasileiros. Mas, como fazer para evitar que tanto dinheiro que teria como destino serviços básicos à população seja desviado para paraísos fiscais?
Numa ofensiva contra a corrupção e o crime organizado (outra vergonha brasileira em nível internacional), o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), nomeou o juiz Sérgio Moro, ministro da Justiça e da Segurança Pública.
A pronta aceitação de Moro causou boa impressão, muita polêmica e protestos contrários. O normal seria uma saudação positiva unânime, perante uma sociedade não afeita à corrupção e não desejosa que as chagas da impunidade permaneçam. De qualquer forma, o magistrado que fez fama ao prender políticos e empresários corruptos na Lava Jato, segue irredutível contra o crime.
Especialistas em segurança pública acreditam que uma ação enérgica contra o crime organizado e a corrupção, elevará a autoestima do brasileiro. Poderá criar um ambiente de confiança, o que despertará o talento para o empreendedorismo e o sucesso financeiro já que, com segurança, torna-se atrativa a aquisição de bens.
Empresário do setor sucroalcooleiro, Jorge Petribu acredita que o combate à corrupção trará enormes benefícios para o País. “Assim sobrará dinheiro para a saúde e a educação de qualidade. Precisamos que o dinheiro público seja bem aplicado”, afirmou.
Petribu avalia a escolha de Moro como muito positiva. “Foi uma prova de brasilidade”. A trajetória de integridade moral do juiz e também do presidente eleito são animadoras. E a opção por Moro é vista pela maioria dos brasileiros como um bom começo para uma nova etapa na política nacional.

Relembrando o romancista

João Guimarães Rosa foi um contista, novelista, romancista e diplomata brasileiro. Natural de Cordisburgo, Minas Gerais, em 27 de junho de 1908, faleceu no Rio de Janeiro, em 19 de novembro de 1967. O romance "Grande Sertão: Veredas" é sua obra mais reconhecida. Fez parte do terceiro tempo do Modernismo, caracterizado pelo rompimento com as técnicas tradicionais do romance. 
É o único romance escrito por Guimarães Rosa e um dos mais importantes textos da literatura brasileira. Publicado em 1956, já foi traduzido para muitas línguas. Por ser uma narrativa onde a experiência de vida e a experiência de texto se fundem numa obra fascinante, sua leitura e interpretação constituem um constante desafio para os leitores.
Informações: Academia Brasileira de Letras 
Foto: Pensador.com

Coruripe (Turismo)

Distante 90 km de Maceió e com uma população de 50 mil habitantes,  Coruripe tem nome de  origem indígena e significa “no rio dos sapos”.
No início da colonização, a área era habitada pelos índios Caetés. O município começou a se desenvolver por volta do século 19. Antes, sofreu influências culturais dos portugueses e holandeses, fatos que marcaram a história do município.
Alugar um cavalo e sair cavalgando pelos caminhos dos coqueirais é ter oportunidade de descobrir paisagens que parece só existir nos sonhos. 
Em Coruripe, o mar exuberante e coqueiros em profusão realçam o lugar. O município tem belas praias, destacando-se Lagoa do Pau, Miaí de Cima, Miaí de Baixo. Cada qual se destaca pela singularidade de suas belezas como é o caso do Pontal de Coruripe, que tem sua marca registrada desde 1948, quando se construiu um farol para orientar as embarcações. O Pontal é um povoado de pescadores que se transformou num atraente destino turístico. 
Foto: Guia do Turismo Brasil

Alunos pernambucanos selecionados para intercâmbio em Lisboa

Vinte alunos da rede pública de ensino do oitavo ano do ensino fundamental II Belo Jardim, Pernambuco, vivenciarão uma experiência única de intercâmbio cultural em Lisboa, Portugal, para percorrer e reviver os caminhos de Dom João e da corte portuguesa antes da chegada ao Brasil. Os alunos foram escolhidos entre os quase 500 inscritos das escolas participantes.
A iniciativa é da Origem Produções, realizada com o Instituto Conceição Moura, e conta com o patrocínio da Baterias Moura. O projeto favorece a formação específica de professores, estimula o aprendizado e oferece a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a história do Brasil. O resultado: um grupo de 63 estudantes e sete professores da rede pública de ensino de diversas cidades brasileiras irão passar 10 dias em Lisboa - Portugal, a partir do dia 18 de novembro.
Uma oportunidade única. Um projeto único. Incentivar a arte-educação, estimular a criatividade, ressignificar a aprendizagem, possibilitar vivências e valorizar a nossa cultura são apenas algumas das grandes propostas do “Era uma vez... Brasil”, desenvolvido pela Origem Produções para professores de História e estudantes do oitavo ano do Ensino Fundamental.
O projeto é um programa de atividades que colaboram com o desenvolvimento da cultura nacional e promove o enriquecimento dos alunos envolvidos por meio do contato com diferentes linguagens artístico-culturais, tendo como base o livro 1808, do escritor e jornalista Laurentino Gomes, que aborda a transferência da família real e da corte portuguesa para o Brasil.
Dividido em três etapas, o “Era uma vez... Brasil” favorece a formação específica de professores de História da rede pública, apresentando novas ferramentas de ensino-aprendizagem, como a produção de Histórias em Quadrinhos e de Vídeos para se ensinar História, também proporciona vivências e imersões culturais ao lado de comunidades indígenas e quilombolas, onde eles atuam como protagonistas da própria história, relatando a forma de vida aos alunos.

Dirceu prevê muitos anos de poder para Bolsonaro

O ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu (PT) lançou seu livro de memórias no teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Na ocasião, fez críticas ao PT que, segundo ele, “se distanciou do cotidiano da população nos 13 anos em que esteve no poder”. 
Ele disse ainda que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) deve durar muitos anos, pois tem base popular. “É uma luta de longo prazo, não nos iludamos, não é de curto prazo. É um governo que tem base social, muita força e muito tempo.” O petista afirmou que a derrota do partido na última eleição não foi apenas “política, mas ideológica”.
Foto: Divulgação

Frase

O que deve caracterizar a juventude é a modéstia, o pudor, o amor, a moderação, a dedicação, a diligência, a justiça, a educação. São estas as virtudes que devem formar o seu carácter. - Sócrates

TSE quer saber se Bolsonaro contratou disparos de mensagens

O ministro Luís Roberto Barroso, relator no Tribunal Superior Eleitoral da prestação de contas parcial do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), determinou ao WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram e Google que respondam, em um prazo de três dias, se houve contratação de impulsionamento de conteúdo a favor do candidato durante as eleições.
Barroso atendeu a um pedido da área técnica do TSE, que analisa as contas de campanha apresentadas por Bolsonaro. O ministro determinou que as gigantes da internet descrevam o nome, número do CPF/CNPJ do eventual contratante, data da contratação, tipo e valor do serviço adquirido.
Foto: www.luisrobertobarroso.com.br


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