Janaína Paschoal apela ao bom senso

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A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) quer deixar o partido do presidente da República. Ela não ver “racionalidade” na convocação do povo às ruas, no próximo domingo, 26. O ideal, ao invés de “gerar caos”, seria Bolsonaro cobrar de congressistas aliados as articulações em torno da aprovação de propostas viáveis à população.

Como o presidente, seus filhos e assessores próximos afinam o discurso de que a vida dele (Bolsonaro) está em perigo, deixam de lado o diálogo e partem para fustigar deputados, senadores e até parte do Exército com a pressão das massas. Para Janaína, seus colegas do partido “estão cegos”.

“Amigos, vocês estão sendo cegos... vou ver como faço para sair da bancada. Acho que os ajudei na eleição, mas preciso pensar no país. Isso tudo é responsabilidade”, escreveu a deputada.

Cavalgada à Pedra do Reino

Foto: Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe

O município de São José do Belmonte, em Pernambuco, promove a 27ª Cavalgada à Pedra do Reino. Este ano a festividade acontece de 19 a 26 de maio. Entre os destaques da programação, está a missa de abertura, no Sítio da Pedra do Reino, em homenagem aos mortos no Movimento Sebastianista da Pedra do Reino.

Na programação, cavalhada, cavalgada e encontro de poetas, cantadores, recitadores e mesas de glosas. O evento conta ainda com apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Empetur.

A festa contará ainda com duas exposições: “Mostra de Artes Sobre a Pedra do Reino” e “A Pedra do Reino e o Sebastianismo na Chapada do Araripe”, com curadoria de Alemberg Quindins.

Há também apresentações de boa música regional e números de dança. Banda de Pífanos do Mestre Ulisses, os grupos de forró pé de serra Serra Talhada e Zé de Balbina, e a dupla Neto Barros e Nilsinho Aboiador são alguns dos nomes que prometem colocar o público para forrozar. Em São José do Belmonte, na Praça Sá Moraes, será montado ainda um polo gastronômico, para a comercialização dos produtos das associações rurais do município. Todas as atividades da 27ª Cavalgada à Pedra do Reino são gratuitas.

O “texto” (o bolsonarismo é a imagem do PT vista no espelho)

Foto: Farol News

Um texto escrito pelo professor de Finanças Paulo Portinho, divulgado n’O Estado de São Paulo, amedronta a população brasileira. O conteúdo sugere que o fraco desempenho do Governo Bolsonaro perante o Congresso, seria pela resistência em não fazer conchavos políticos para governar.

A considerar verdadeira a hipótese de “idoneidade” do presidente, pode-se acreditar que a classe política, sem exceção, é corrupta. O próprio Bolsonaro aventou isso ao compartilhar o texto no WhatsApp. Ele pediu que todos replicassem a mensagem, cujo conteúdo fala sobre as pressões das “corporações” e como o país está “disfuncional”. Diz, também, que “até agora (o presidente) não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou.” No caso, o Congresso, tido como defensor dos interesses das corporações, e “corrupto”, estaria dificultando o progresso da gestão bolsonarista.

Seria verdadeiro? Vejamos algumas considerações: 1-mesmo em sua fase mais crítica, o Congresso sempre teve nomes idôneos a exemplo de Pedro Simon, Cristovam Buarque e outros poucos; 2- atualmente temos um Legislativo renovado em mais de 40%, cujos atores estariam interessados na nova forma de fazer política e não em ingressar na corrupção com apenas quatro meses de mandato; 3 – por qual razão os poderes teriam interesse em permitir um choque entre Executivo, Legislativo, corporações e Exército, onde cada um lutasse pelos respectivos interesses? Seria o ensaio de guerra civil? Com qual finalidade? 

Assessores em volta do presidente, se forem sérios, devem se preocupar com o Brasil e não apoiar a convocação a um manifesto, onde até mesmo o Exército aparece como um potencial “inimigo” do presidente, por ser, em parte, “voltado para a Esquerda”.

O texto também cita a trajetória dos governos desde FHC, passando por Lula e Dilma Rousseff, para mostrar a “servidão” de todos à política neoliberal. 

Mas o que Bolsoraro põe em prática mesmo é o jogo da notícia de grande relevância, enquanto o povo esquece o que de fato o afronta; no caso os escândalos envolvendo o filho Flávio Bolsonaro e o ex-assessor Fabrício Queiroz. É a receita usada por Lula quando maximizou o plebiscito das armas para atrapalhar o mensalão.

Não há dúvidas de que Bolsonaro quer se fortalecer, e para isso usa o tal texto. Ao invés de gravar um depoimento à nação, prefere convocar um ato para o dia 26 (próximo domingo). Assim, se conseguir o apoio das massas, pode agir para que o Congresso seja pressionado e diminuirá o papel do Legislativo, das corporações e da imprensa. A verdade será o que ele disser (sonho dos governos petistas). E é isso que o presidente leva adiante; a mensagem de que a imprensa ludibria a população. Isso prevalecendo os brasileiros usarão “um filtro” para avaliar se a notícia merece credibilidade. Os critérios serão as regras ditadas pelo governo. O PT bem que investiu em um modelo de “mordaça” (marco regulatório) para controlar a imprensa, mas Bolsonaro pode conseguir coisa parecida sem grandes esforços.

Inevitavelmente a classe política estará minimizada. Dessa forma, o presidente da República será mais poderoso. A corrupção exposta, as punições e prisões em massa, farão com que as pessoas tenham eterna gratidão ao presidente por essa conquista. Bolsonaro jamais dirá que as chagas expostas da corrupção política já vêm sendo abertas desde Lula e Dilma, com a finalidade de conquistar o poder absoluto. Com esse mérito, o sucessor natural do petismo, ao qual diz abominar, será uma espécie de Hugo Chávez do Brasil, a quem tanto criticou na campanha, mas a quem também sempre admirou. Em verdade, o bolsonarismo é o petismo visto no espelho.

Turismo (Um lugar Bonito para viver)

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Quer desfrutar bons momentos de lazer e, de quebra, conhecer belezas naturais impressionantes? Esse lugar é o município de Bonito, que fazia parte do Quilombo dos Palmares. O recanto do brejo pernambucano do Agreste é ideal para quem busca relaxar na paz do silêncio e na contemplação da sua exuberante natureza. 

Bonito tem o charme das cidades do agradável clima de montanhas (temperatura amena de 28º), por conta de suas serras e uma rede diversificada de rios, florestas de Mata atlântica, riachos, açudes, reservas ecológicas, cachoeiras, corredeiras, nascentes, barragens, lagos e piscinas naturais, além das belezas naturais e plantações de flores. Não é à toa que a cidade ostenta esse nome, que faz justiça a sua denominação. 

O município tem uma elegância rústica bastante apreciável com várias atrações, principalmente para quem curte o turismo rural. Banhos em piscinas naturais, caminhadas ecológicas, trilhas de bicicletas, descansos ao balanço de rede, degustar a gastronomia típica das áreas rurais, banhos de cachoeiras e lagos, passeios a cavalo e de balão. O visitante certamente vai se encantar com Bonito e se integrar à sua natureza, em passeios que vão tirar a tensão e as preocupações de quem vive o estresse do cotidiano. 

Nas áreas rurais, o encontro com antigos engenhos, como o Barra Azul e sua casa grande, capela, cachoeira, bica, furna, trilhas ecológicas e riqueza histórica, demonstra porque o município está incluído na Rota dos Engenhos. Bonito é conhecido pelo título de “Terra das Águas e Flores” que, além da oportunidade do turismo rural, do ecoturismo e do turismo de aventura, oferece um folclore variado. Entre as suas manifestações culturais, estão os batalhões de bacamarteiros que movimentam as festas populares. 

No turismo de aventura é possível a prática de diversos esportes, como ciclismo, rapel, natação, trekking, arvorismo, tiroleza, quadriciclo e escalada. A altitude de Bonita é de 443 metros acima do nível do mar, o que lhe proporciona todo esse potencial turístico. O município tem uma boa infraestrutura para atender aos visitantes. A máquina fotográfica é imprescindível quando visitar o município.

Mercado esfria com governo Bolsonaro

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Reportagem veiculada no portal BBC Brasil, mostra que pelo menos três motivos fez o mercado financeiro esfriar com o governo Bolsonaro. O primeiro deles é a Reforma da Previdência que caminha a passos lentos, o segundo são as brigas entre a ala ideológica e os militares e o último, a intervenção do estado na economia.

No início deste ano, a expectativa do mercado financeiro era de que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceria mais de 2,5% no ano. Atualmente, a previsão caiu para 1,45%, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central.

Considerada pelo governo e por especialistas como medida fundamental para ajustar as contas públicas, a Reforma da Previdência que muda as regras de aposentadoria para servidores públicos civis e trabalhadores da iniciativa privada, está em avaliação pela comissão especial da Câmara. Depois disso, precisa ser aprovada, em dois turnos de votação, tanto na Câmara quanto no Senado.

Já o excesso de polêmicas entre Olavo de Carvalho, considerado o “guru ideológico do atual governo”, e os militares tem passado a sensação de que falta “foco”.

Por fim, a intervenção do governo no preço do diesel, definido pela Petrobrás, seguido da queda das ações da empresa, pôs em dúvida os limites dessa “postura liberal” no Palácio do Planalto. 
Fonte: BBC Brasil

Governo de Pernambuco (Investimento na UPE)

Foto: foursquare

O governador Paulo Câmara anunciou reforço no orçamento da Universidade de Pernambuco (UPE). Em relação ao investimento de 2018, o aumento deste ano fica em 26% a mais. Passa de R$ 21,6 milhões para 27,2 milhões.

Paulo Câmara, para quem a educação é a ‘maior prioridade da gestão”, acredita que Pernambuco e o Brasil “só vão superar essa crise, que vem desde 2014, investindo do ensino básico ao superior”. 

Com o reforço, o governo contribui para o cumprimento da função estratégica da UPE, e também para o crescimento da instituição e o desenvolvimento do Estado. 

O multicampi da UPE é formado por 15 unidades de ensino distribuídas no Recife e Região Metropolitana, Nazaré da Mata, Caruaru, Garanhuns, Arcoverde, Salgueiro, Petrolina, Serra Talhada e Palmares.

Artigo (Milícia: o vácuo do Estado gera o poder paralelo)

Marco Antônio Barbosa*

As milícias vêm tomando conta dos noticiários político e policial do país. Descritas nominalmente no novo pacote anticrime do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, estas facções se expandem em diversos estados, principalmente no Rio de Janeiro, onde dominam até o aluguel de prédios nas periferias, como investigado no caso do último dia 12 de maio, quando um conjunto habitacional irregular desabou na comunidade da Muzema, zona oeste da cidade. Mas por que as Milícias crescem?

O vácuo deixado pelo Estado sempre precisa ser ocupado. É neste momento que surgem os poderes paralelos. Quando não existe, por parte dos governantes, políticas para prover segurança, moradia, saneamento básico, gás, luz, entre outros itens de sobrevivência para os mais carentes, alguém toma esta responsabilidade em troca de dinheiro e poder. É a privatização das responsabilidades. Mas o preço é bastante alto e quem paga, mais uma vez, é o lado mais fraco da corda: a população.

Mas quem são os milicianos? São parte do Estado, travestidos de organizações ‘privadas’. Os mesmos que, do outro lado da moeda, também sofrem com o abandono dos políticos, mas possuem um pouco mais de acesso ao poder para se ‘virarem’. Policiais, que trabalham com salários ínfimos e com condições precárias, enxergam uma oportunidade. Agentes públicos, atolados em burocracias arcaicas e riscos não assumidos como, por exemplo, morrer por não liberar um ‘gato’ de luz ou uma obra irregular.

A falta de políticas públicas devasta as duas metades: os que prestam os serviços clandestinos e os que precisam de tais serviços. Este ciclo se retroalimenta. Assim como os cartéis do tráfico, as milícias utilizam também a mão de obra ociosa de uma população que não encontra a oportunidade do crescimento de renda pela educação. A escolha é única para quem não tem nem o que comer.

Organizadas e intrínsecas nas raízes mais fortes de um Estado falido, as milícias crescem e são cada vez mais difíceis de serem combatidas. Como acabar com o inimigo se ele é o próprio braço que deveria derrotá-lo?

É um câncer. Uma doença difícil de ser curada, mas o remédio está ao alcance dos nossos políticos há muito tempo. Ocupar os espaços deixados é caminho. Onde falta moradia, casas. Onde falta educação, escolas. Onde falta infraestrutura, saneamento básico, luz e água. Este é o tratamento a longo prazo.

Em curto prazo são necessárias grandes investigações isentas e independentes e leis mais duras para quem faz parte do crime organizado. Inteligência policial integrada em todo o país, além de salários e estrutura dignas para o risco assumido ao enfrentar estas facções.

 Este ‘vírus’ é uma versão mais grave do crime organizado, pois já entendeu como se esconder e se expandir dentro do poder legislativo, executivo e jurídico.  Somente com este coquetel e muita paciência conseguiremos evitar o domínio das milícias. Nota médica: o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível, antes que seja tarde para salvar o paciente.


*Marco Antônio Barbosa é especialista em segurança e diretor da CAME do Brasil. Possui mestrado em administração de empresas, MBA em finanças e diversas pós-graduações nas áreas de marketing e negócios.


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